Vamos falar sobre estimulação precoce?

Os primeiros meses de vida até os dois anos de idade – etapa popularmente conhecida como “primeira infância” – são de extrema importância para toda a trajetória de crescimento da criança. É nesta fase que elas experienciam o mundo, adquirem repertório e formam as bases neurológicas necessárias às demais etapas de seu desenvolvimento. Receber estímulos direcionados especificamente neste período potencializa o desenvolvimento global e aumenta as chances de êxito em casos onde são identificados desenvolvimento atípico (como atrasos ou defasagens).

Por isso, nós do Instituto Apta selecionamos algumas informações importantes para todos os pais:

  • o ambiente exerce enorme influência na aprendizagem. Em casa, a criança precisa viver num local tranquilo, com estímulos sensoriais adequados (presença de objetos coloridos, que emitem sons, com texturas variadas) mesclados a desafios motores pertinentes à cada faixa etária;
  • acesso a objetos e brinquedos que estimulem a coordenação motora (encaixes simples, transporte de objetos, etc)
  • os primeiros anos de infância correspondem à fase da vida em que o desenvolvimento psicofísico é mais potente;

As primeiras pessoas a desempenharem essa função educativa são os pais todos que fazem parte do ambiente familiar. Daí a necessidade destes receberem apoio e orientação acerca das possibilidades de desenvolvimento da criança, para que, assim, possam promover desde cedo o seu desenvolvimento.

Aliadas aos estímulos que devem fazer parte da vida em casa, as atividades desenvolvidas na educação infantil (etapa pré escolar) contribuem para o desenvolvimento cognitivo, sócio emocional e psicomotor da criança, trabalhando as habilidades precursoras da aprendizagem formal (escrita/leitura).

Caso você observe que há algum atraso no desenvolvimento de seu filho, não deixe para depois. Leve seu filho para avaliação de neuropediatra em casos onde a criança:

  • não busca olhar nos olhos quando é alimentado (mamando no peito ou mamadeira)
  • é muito “molinha”, mesmo após as primeiras semanas de vida (possível hipotonia)
  • não reage a estímulos sonoros ou tem reações fora do padrão (choro compulsivo)
  • apresenta excesso ou falta de sono com extrema frequência;
  • apresenta atraso motor (sustentação de cabeça, rolar na cama, sentar e andar nas etapas correspondentes aos marcos do desenvolvimento);
  • não emite sons (balbucios) ou não verbaliza os fonemas;
  • não busca formas de se comunicar (como apontar, buscar objetos);
  • não interage com outras crianças e nem com adultos.

Busque apoio e ajuda de profissionais especializados em desenvolvimento infantil – essa atitude é essencial para o bom desenvolvimento de nossos pequenos. E conte conosco também! Abraços

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